As noticias sobre revalidação de diplomas são sempre bem vindas para mim, advogo em causa própria, tenho uma filha que faz graduação no exterior em uma excelente instituição, mas sempre fica o fantasma da revalidação nos assombrando pois fica a critério das universidades brasileiras a forma como vai se dar essa avaliação e muitas vezes esses critérios não são os mais objetivos.
Os alunos em busca de revalidação já enfrentam o problema do local da revalidação, pois fica a critério das instituições brasileiras se revalidam ou não os diplomas, este ano tive uma outra boas notícia sobre o assunto ao divulgar aqui o edital onde a reitora da UFMT assume o compromisso de revalidar diplomas de alunos de instituições extrangeiras, isso nos conforta um pouco pois agora ao menos sabemos que quando voltar minha filha depois de sete anos vendo ela durante 20 dias por ano, poderá fazer a revalidação em sua cidade, em sua antiga faculdade, mas sabemos de jovens que terão que após passar um longo período fora de casa, ainda passar um ano no minímo longe de casa "tentando a famigerada revalidação".
Concordo que tem que haver um sistema de avaliação pois nem todas as faculdades do exterior e nem mesmo as do Brasil e o exame para professores pode vir a judar a resolver isso, são de ótima qualidade e colocam bons profissionais no mercado, mas o que pedimos é que seje levado em conta a instituição onde o aluno estudou, e principalmente o tipo de avaliação em que vai ser submetido o aluno e a agilidade com que isso pode ser feito.
O ministro da Educação Fernando Haddad disse hoje que solicitará aos reitores das universidades brasileiras maior agilidade no reconhecimento dos diplomas de curso feitos nas universidades extrangeiras.
“Vou conversar com os reitores para que sejam avaliadas formas de agilizar o processo. Acredito que, como complemento, seja importante alterar a legislação que trata do assunto”, declarou.
Vamos esperar que isso de fato aconteça mesmo, que não se dilua nos emaranhados dos fios da politicagem das universidades particulares que puxam os fios das marionetes do senado ao seu prazer.
E temos ainda a questão dos cursos de mestrado e doutorado no exterior onde o professor do Mercosul pode vir aqui trabalhar, mas se um brasileiro for estudar em sua Universidade e depois quiser vir trabalhar aqui o MEC não aceita sem revalidação....
Mas esse fica para outro dia.
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