sábado, 7 de setembro de 2013

Primavera dos Museus e a Mémória e Cultura Afro Brasileira


O Museu de Arte Sacra de Mato Grosso convida a todos a participarem da "7ª Primavera dos Museus", que é um evento, que acontece anualmente desde 2007, é o resultado de uma ação conjunta entre as instituições museológicas de todo o país e o Ibram (Instituto Brasileira de Museus). O Instituto lança um tema e convida os museus brasileiros a desenvolverem programações especiais para serem realizadas no início da primavera.
O MASMT entra com a programação do “II Seminário Museus em Diálogos e Conexões” que ocorrerá nos dias 26, 27 e 28 de setembro, tendo como tema “Museus, Memória e Cultura Afro-brasileira” que será o mesmo da “7ª Primavera dos Museus” que ocorre no mesmo mês.
O seminário está estruturado com mesas redondas, palestras e comunicações, onde o público irá debater sobre o tema que propõem reflexão sobre saberes e experiências das culturas afro, que valoriza e impulsiona o pensamento crítico, a diversidade, o conhecimento e as práticas sociais da pluralidade do que hoje entendemos como o que é ser brasileiro.
O IBRAM - Instituto Brasileiro de Museus ao definir o tema “Museus, memória e cultura afro-brasileira, propõem a ampliação dos olhares e das atitudes para a eliminação dos preconceitos e das discriminações raciais; a geração de conhecimentos para a eliminação do desconhecido; a contribuição da preservação da memória para a musealização da cultura afro seja ela, material ou imaterial.
Os interessados em participar do deverão realizar sua inscrição através do link: Ouvintes ou Comunicações
PARA QUE SEJA EFETIVADA A INSCRIÇÃO OS INTERESSADOS DEVERAM PREENCHER A FICHA DE INSCRIÇÃO E REALIZAR DEPÓSITO BANCÁRIO NA SEGUINTE CONTA: Associação Casa de Guimarães - Banco do Brasil, Agência: 3325-1, Conta Corrente Nº: 34.284-X.
E ENVIAR O COMPROVANTE PARA O E-MAIL JUNTAMENTE COM O RESUMO NO CASO DE APRESENTAÇÃO: museuartesacramt@gmail.com
Valor das Inscrições: Ouvinte R$ 10,00/Comunicação R$ 20,00.
Público- Alvo: pessoas e entidades relacionadas à gestão do patrimônio cultural, tais como: Secretária de Turismo, Secretaria de Cultura, Iphan, rede de educadores e comunidade acadêmica.
Vagas limitadas: 50 pessoas.
Prazo para inscrições: até o dia 20/09. Caso as vagas não forem preenchidas, as inscrições serão prorrogadas até o dia 24/09.
Obs.: Haverá entrega de certificado.

NORMAS PARA ELABORAÇÃO E ENVIO DOS RESUMOS
1) Informações gerais:
Serão excluídos os resumos:
· Que contenham simples descrições de projetos ou intenção de trabalho;
· Preenchidos de forma incompleta e inadequada;
· Que não informem corretamente o(a) orientador(a), quando proposto porgraduandos(as)
· Que contenham mais de 500 palavras (no texto);
· Que estiverem fora do modelo e salvos de forma incorreta.
· Que utilizem os termos: Introdução, Metodologia, Resultados e Conclusão para identificar as partes do resumo;
· Que incluam gráficos, tabelas ou imagens;
· Que tenham incluam referências bibliográficas, endereços ou outras informações alheiasa um resumo de trabalho científico;
É importante ressaltar que é de total responsabilidade dos(as) proponentes a fazer rigorosa revisão ortográfica e competente revisão gramatical dos resumo enviado para apreciação e publicação no Caderno de Resumos.
2) Instruções para a confecção do resumo
O resumo deverá ser semi-estruturado contendo implicitamente as seguintes partes:
· Introdução: deve ser breve, situar o leitor no assunto, mostrando claramente qual a motivação do trabalho cujo resumo está sendo apresentado;
· Objetivos: devem ser claros e sucintos;
· Metodologia: mencionar o método empregado na abordagem do problema;
· Resultados: descrever os resultados e a pertinência dos mesmos para a comprovação das hipóteses sendo testadas no trabalho.
· Conclusões
1.      Texto do Resumo: margens justificadas, sem recuos
2.      Palavras-chave: Indicar ao final do texto apenas 03 (três) palavras-chave
3.      Editor de textos: Word for Windows
4.      Espaço entre linhas: espaço simples
5.      Fonte e tamanho: Times New Roman, tamanho 12
6.      Tamanho do papel: papel A4
7.      Margem esquerda e direita: 2,5 cm de cada lado
8.      Margem superior: 2,5 cm
9.      Margem inferior: 2,0 cm.
10.  Número máximo de palavras: O texto deverá conter até 500 palavras..
11.  Título: em letras maiúsculas, tamanho 12, em negrito e centralizado.
· Nome dos Autores: digitados com letra tamanho 12 e na seguinte ordem:
· Nome dos(as) proponentes, indicando após o nome, entre parênteses qual a instituição e órgão financiador, quando houver;
· Nome do(a) orientador(a), se necessário, indicando entre parênteses (“Orientador”) seguidos do dos dados institucionais;
· Nome dos(as) colaboradores(as), quando houver, seguido dos dados institucionais.
CONTATOS
MUSEU DE ARTE SACRA
Horários de Visitação: 13h às 19H
Agendamentos Pelo Tel.: 65 3028-6285 / 3028-6286
Agendamentos de Escolas: de Segunda a Sexta-feira das 8h às 12h e das 13h às 17h com Jaqueline ou Tulasi

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Entrevista com Keila Grinber na Revista de História da Biblioteca Nacional de setembro



           Estou cada dia mais fã  da  Revista de História daBiblioteca Nacional sempre comprei os exemplares mas tenho achado que ultimamente ela tem se superado,nesta edição a capa é o quadro da Infanta Carlota Joaquina e foi pintado por Mariano Salvador Maella (1739-1819) o quadro integra o acervo do Museu de Madri e traz um olhar diferente sobre a infanta do público brasileiro.
Carlota Joaquina, Princeza do Brasil (1994), de Carla Camurati  tornou popular a figura da infanta como sendo uma mulher  feia, adúltera voraz e extremamente ambiciosa, sempre pronta a trair o marido, D. João, mas temos documentos diplomáticos que a  apresentam como uma mulher branca de dentes alvos e e pele marcada pela varíola, ou uma outra  que a descreve como "coxa", "medonha" e que tinha os cabelos parecendo "crina", bem diferente na verdade do quadro pintado por  Mariano Salvador Maella -genro de Velázquez - que se tornou o pintor da corte espanhola em 1799 que a retrata em pose altiva vestida com tecidos ricamente bordados ao gosto da moda francesa da época, não podemos deixar de  pensar com quais objetivos essas representações foram criadas.
A entrevista com  a pesquisadora Keila Grinberg que defende a popularização da História através da arte como forma de atingir o grande público, cita exemplos como Lincoln, de Steven Spielberg, e Django Livre, de Quentin Tarantino, e faz uma crítica à academia: “Nossa formação é até bastante sólida, mas a gente pensa pouco no que vai fazer com aquilo que a gente aprendeu depois que sai da faculdade. Estou pensando tanto do ponto de vista da escrita quanto da fala. Você acaba a faculdade, chega à escola, fecha a porta, tem aqueles 30 alunos ali, e você não sabe o que fazer com eles, porque o seu conhecimento tem pouquíssimo a ver com aquilo sobre o que você vai dar aula na escola. Você não vai falar das diferentes correntes historiográficas. Eu acho que isso ainda é desprezado, realmente”.
E a noticia de que  o Iphan disponibilizou em seu site uma nova ferramenta de pesquisa, a Biblioteca Geral do Patrimônio  com mais de 800 títulos que versam sobre patrimônio cultural no Brasil e no exterior.








quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Museu de Arte Sacra mt: INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O II° SEMINÁRIO MUSEUS EM ...

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O II° SEMINÁRIO MUSEUS EM DIÁLOGOS E CONEXÕES

7ª Primavera dos Museus

Museu de Arte Sacra mt: INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O II° SEMINÁRIO MUSEUS EM ...:
 7ª Primavera dos Museus O Museu de Arte Sacra de Mato Grosso convida a todos a participarem da "7ª Primavera dos Museus...

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Por que os médicos cubanos assustam

Há no Brasil uma grande “injustiça orçamentária”: a formação de médicos nas faculdades públicas, que custa muito dinheiro a todos os brasileiros, não presume nenhuma retribuição social, pelo menos enquanto  não se aprova o projeto do senador Cristóvam Buarque, que obriga os médicos recém-formados que tiveram seus cursos custeados com recursos públicos a exercerem a profissão, por dois anos, em municípios com menos de 30 mil habitantes ou em comunidades carentes de regiões metropolitanas.

                                        Por que os médicos cubanos assustam
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